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Polícia Civil vai à Alesp para discutir mudanças em lei polêmica sugerida pelo governo estadual

A modernização da Lei Orgânica da Polícia Civil de São Paulo foi tema de reunião entre policiais e deputados da bancada do PL na Assembleia Legislativa (Alesp), nesta terça-feira. Com as mudanças propostas pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), entidades da Polícia Civil criticaram as alterações, principalmente porque um militar foi escolhido para coordenar os trabalhos. O escolhido foi o militar Fraide Sale, coronel da reserva do Exército.

O encontro foi promovido pela deputada estadual Delegada Graciela (PL), ex-delegada e que tem base eleitoral em Franca. O encontro reuniu delegados e diretores das entidades de classe que representam todas as categorias da Polícia Civil.

Representando mais de 16 entidades da Polícia Civil do Estado, o delegado André Santos Pereira, presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo, pronunciou sobre as necessidades de mudança, pontuando as questões mais pertinentes da reforma, enquanto o delegado Seccional, Wanir José da Silveira Júnior, representou a região de Franca.

Os policiais apresentaram sugestões para serem incluídas na nova Lei Orgânica em áreas prioritárias como plano de carreira, remuneração, jornada de trabalho, prerrogativas, saúde e previdência.

“Estamos ouvindo as entidades e levaremos as sugestões prioritárias ao governador Tarcísio de Freitas para que possam ser incluídas na Lei Orgânica”, disse a deputada Delegada Graciela.

Responsável pela Delegacia de Defesa da Mulher por quase 30 anos, a deputada Graciela disse que está trabalhando pela valorização dos policiais, liberando recursos para as delegacias e colaborando para a modernizar da Lei Orgânica.

“Melhorar a segurança pública é uma de minhas prioridades. Estou à disposição para ajudar a escrever o futuro da Polícia Civil”, finalizou a deputada Graciela.

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